CapaCapa
Meu DiárioMeu Diário
TextosTextos
ÁudiosÁudios
E-booksE-books
FotosFotos
PerfilPerfil
PrêmiosPrêmios
Livro de VisitasLivro de Visitas
ContatoContato
LinksLinks
Diàrio Recôndito e Poesia
O Jornal das Palavras - Fundado em 10/10/2017.
Meu Diário
20/04/2018 17h04
ROSIANE FAVERO:  Releitura de tudo


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


 Releitura de tudo


No mundo da moda nada se perde, tudo é reaproveitado, sejam ideias ou tecidos. As tendências nascem basicamente, e principalmente em Paris. Como também, da própria sociedade que muda hábitos e sua cultura constantemente. A moda não é cíclica porque não volta ao mesmo ponto no tempo, mas sim faz releituras do que já foi "tendência" no passado acrescentando atualizações e adaptações à realidade do momento. Atualmente, podemos dizer que os estilistas baseiam suas criações e são influenciados por modismos já existentes, lançados por celebridades ou mesmo por cidadãos comuns. Sim! É assim que funciona. Claro que para cada estilista há uma realidade diferente, e é interpretada de forma distinta. E o estar "fora de moda” quem determina? A própria indústria. Por exemplo, se quisermos um vestido de um jeito e não encontramos nas lojas, vamos acabar comprando o que tem. Certo? Além disso, aqui vale também o poder da mídia em divulgar as novidades. Se a indústria produz um modelo de vestido e não tem divulgação, a massa não compra, e isso pode fazer com que este, seja retirado mais cedo do mercado. Interessante, não é?! Aliás, o que é estar “fora de moda” se ela é muito mais do que o vestir? Está em todos os nossos hábitos e comportamentos. Para elucidar melhor, nos anos 50 era moda fumar (ainda bem que ficou démodé!). Nos anos 60 a moda era ter gírias e ouvir Beatles. Hoje a moda é ter um celular de última geração, ir trabalhar de bicicleta, falar em meio-ambiente, enfim; tem a ver com hábitos. É ainda, estar atualizado com seu tempo, ou seja, fazer tudo na medida certa, usando o bom senso. Já é caminho andado, para que estejamos sempre bem e na moda (atualizado no seu tempo).

 

“Adapte-se ao seu tempo. ”

(by Rosiane Favero)


Coluna escrita as Segundas e Quaratas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 20/04/2018 às 17h04
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
20/04/2018 11h09
VIAJANDO NA POESIA – CANTOS E ATABAQUES


Valmir Vilmar de Sousa - vevesousa1958@gmail.com


CANTOS E ATABAQUES


Ao som dos atabaques
Começa a gira
Gira, girou
Entra na roda
Que a festa vai começar
Vem chegando os caboclos
Os pretos velhos 
Com seus cachimbos e patuás
Vem o povo d’água
Iemanjá, Iansã, Oxum e Nanã
Abençoar a todos os presentes
Xangô, trazer justiça a seus filhos
Ogum, retirar todas as demandas
Chamem nossas crianças
Que hoje tem doce mamãe
Tem doce lá no jardim
Bem vindas as ciganas
A rodar seus vestidos
E no terreiro a girar
Com seu Zé Pelintra
O malandro do pedaço
Com sua pose de galanteador
Conquista a todos que a ele
Se aproxima
O fim está chegando
É hora de se despedir
Vamos todos embora
Deixar nosso axé
Com um Pai Nosso 
E uma Ave Maria
Os atabaques se calam
Os ogãs se despedem
Mais um trabalho realizado
De cantos e atabaques
AXÉ


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 20/04/2018 às 11h09
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
16/04/2018 23h05
ROSIANE FAVERO: Vontade x Resultado


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


Vontade x Resultado


Percebo de modo geral, que entre os brasileiros já há uma mudança considerável de comportamento, diante do nosso momento político econômico. Vejo mais preocupação, entendimento, engajamento e uma vontade imensa de mudança! Very good!! No entanto, observo que ainda há muita gente esperando que as coisas se resolvam, quando na verdade, a atitude e ação deve partir de nós mesmos. E eu insisto nessa tecla. O mundo não vai parar por nossa causa, ele segue de qualquer jeito, “atropela” quem estiver na frente e a fila anda. Ora evolui, ora regride. Mas parar, ele não para! E nós? Como estamos nesse processo? A insatisfação, reivindicação, e até a reclamação faz parte, é direito de cada um. No entanto, é tolerável por um tempo e até certo ponto. Por exemplo, entre outros, já ouvimos “o governo não está nem aí para o pais, tudo está corrompido, inclusive as Instituições. ” Estamos vivendo um momento conturbado, de muita incerteza.  Até porque é um ano de eleições e grandes decisões para o nosso país. Mas, cruzar os braços e esquecer de nós mesmos, não deve estar nos nossos planos. As adversidades existem em qualquer país do mundo e o que faz a diferença é justamente a maneira nos posicionamos e conduzimos. Se optarmos pela zona de conforto, a evolução e a mudança que queremos ter, não acontecerá. Verdade que, nós brasileiros estamos reagindo mesmo com todas as dificuldades e desafios que o país ainda enfrenta. Porém, a insatisfação persiste. Temos motivos? Sim, e eu poderia listar uma porção!  No entanto, nós podemos virar esse “jogo. ” Para isso, precisamos assumir e encarar as questões que nos desagradam, e olhar para frente com firmeza, esperança, propósito, compromisso, trabalho, discernimento e responsabilidade. Honrando as palavras Ordem e Progresso. Certamente, temos muito mais motivos para acreditar e seguir, do que para desistir. Mãos à obra, então!

 

“Avante! Trabalhe e vença! ”

(by Rosiane Favero)


Coluna escrita as Segundas e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 16/04/2018 às 23h05
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
14/04/2018 07h00
Palavras & Sentimentos: SOMOS VULNERÁVEIS

 


Eloah Westphalen Naschenweng - eloahwn@hotmail.com


SOMOS VULNERÁVEIS


 

“Na força da possibilidade

Encontrada na vontade

O predominio da tenacidade

É mais resistente

E insistente

Do que a simples coragem

De emprender a viagem.

 

São momentos em que a vida pede passagem e nos arrasta irresistivelmente para o seu lado mais obscuro.

Estranha rota, fundo de paisagem, nos recolhemos, enquanto abrigamos inconscientes, oscilantes o nosso equilíbrio.

O silêncio é o companheiro que nos segue neste caminho  inseguro e  nos carrega à um mundo desconhecido de incertezas e indagações.

Demolimos nossos sonhos, recolhemos nossas asas e inertes diante da vida, somos temeridade e fragilidade.

Roubaram de repente nossa luz.

Em conflito, na luta pela sobrevivência da essência, somos descompasso, desesperança e margem do caminho.

Levamos nas palmas das mãos as sombras que pairam na nossa alma.

Em desamparo, abraçados no tempo, vestidos de silêncio e retalhados sob este mundo inerte e desprovido, aguardamos a alma renovar.

Na vida sempre haverá subidas e descidas, começos e recomeços.

É da esperança que a vida flui e faz do eterno tempo a trama da nossa história.


Coluna escrita quinzenalmente (Sábados).


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 14/04/2018 às 07h00
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
13/04/2018 07h00
VIAJANDO NA POESIA – RELIGIÃO X RELIGIOSIDADE


Valmir Vilmar de Sousa - vevesousa1958@gmail.com


RELIGIÃO X RELIGIOSIDADE


 

Um dia um amigo me perguntou: tu sendo um cientista da religião, qual o teu credo religioso?  Pensei e respondi com uma pergunta: qual o motivo desta pergunta? O que pode acrescentar à minha essência como um ser espiritual que nós somos, qual o credo que eu sigo? Ele não entendeu então respondi, os rótulos é o que menos me interessa, o importante é o homem vivenciar sua religiosidade interior livre de conceitos e preconceitos. A partir deste instante nos embrenhamos em uma conversa positiva, construtiva de profundo teor teológico/filosófico. Muitas pessoas não conseguem diferenciar religião de religiosidade, entendem que se fulano não segue uma determinada religião, seja o cristianismo em suas variadas vertentes, islamismo da mesma forma, judaísmo, hinduísmo e tantos outros “ismos” existentes neste planeta chamado terra não acreditam em Deus, são ateus. Devemos ter em mente que a religião é uma instituição organizada pelo homem, por si só tem suas falhas, com seus dogmas, leis, ritos e sua função é orientar as pessoas a caminharem num caminho reto, ético e moral. Tendo seus livros sagrados como referencial, ela nos dá uma orientação para galgarmos os degraus necessários à nossa evolução espiritual e sermos felizes. A religião podemos dizer é nossa muleta a qual precisamos para caminhar sem tropeço, sem necessidade de sermos “carregados” por alguém, é a nossa “independência” espiritual e emocional. No entanto ela impõe regras, comportamentos que às vezes não estamos preparados ou não aceitamos tais imposições.  Diante de situações e realidades o homem vai experimentando as diversas opções que o mercado oferece conforme sua necessidade seja material ou espiritual criando uma grande confusão interna. A religião é constituída pelos símbolos que os homens usam, sendo os homens diferentes uns dos outros, seus mundos sagrados também o são. A religião tem o poder, o amor e a dignidade do imaginário. No processo histórico, da qual a civilização se formou, recebemos uma herança simbólico-religiosa, de um lado judaico- cristão, do outro lado as tradições culturais greco-romanas. Mas tudo isso acontece porque o homem não descobriu a sua religiosidade ou não tem conhecimento dela. A religiosidade é inerente ao ser humano, está aquém de dogmas e padrões religiosos. Religiosidade é a forma mais sutil de o homem conectar-se com Deus, é o Eu divino clamando por uma superação, é o Deus real habitando em seu coração, independente de padrão religioso que se venha a seguir. Este contato religioso não significa estar filiado a uma denominação religiosa e sim vivenciar sua religiosidade, sua fé, pois é isso que nos sustenta, que nos da liberdade e coragem para enfrentar as adversidades que a vida apresenta nos ligando ao cosmos.  O homem geralmente fica doente por falta deste entendimento. Ele pensa que Deus está nas religiões sentado à espera de suas orações, seu dízimo, sua caridade, não, ele está dentro de cada um de nós, ele habita em nós. As religiões em toda a sua história ensinou ao homem que Deus está nas igrejas, nos templos, nos seus ritos dogmas etc, como forma de reter o homem aos seus caprichos e interesses mercadológicos e impor a exclusividade cognitiva do sagrado para si. Com estas atitudes o homem se torna órfão do conhecimento de vivenciar sua verdadeira religiosidade de uma forma livre, leve e solta sem mácula, sem ter de “optar” pelo reino dos céus ou do inferno. O homem quando está de bem com sua religiosidade, sua fé, ele sente-se um ser livre destas armadilhas porque tem conhecimento deste Deus que mora no seu coração. Consegue entender melhor a vida, respeitar o outro, amar mais, se amar principalmente, ser caridoso, solidário, respeitar a natureza enfim, ele sente Deus em todas as formas de vida deste planeta, pois tem consciência que Ele é o grande arquiteto do Universo. Devemos nos espelhar em seres especiais que por aqui passaram e deram seus recados sem se preocuparem com o julgamento das religiões de seu tempo e, no entanto, com o passar do tempo seus ensinamentos foram sendo adulterados conforme o interesse de cada sociedade. Exemplos como Buda, Krishina, Cristo, Mohamed e tantos outros ensinaram como vivenciarmos nossa religiosidade, como nos conectarmos com Deus que vive em nós. Sejamos mais sensatos com nossas crenças e olhemos até onde esta crença está atrapalhando nosso caminhar, até onde ela contribui para o nosso crescimento rumo à nossa evolução neste e deste planeta chamado Terra. Namastê.


Coluna escrita as Sextas-feiras.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 13/04/2018 às 07h00
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.



Página 1 de 17 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 » [próxima»]