O Jornal das Palavras - Fundado em 10/10/2017.
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22/06/2018 08h54
Viajando na Poesia: TEMPO

TEMPO


O que é o tempo, para quem não tem tempo?

Tempo de amar, dar um forte abraço

Tempo para ouvir uma súplica

Tempo para ouvir uma boa música

Tempo para sentir o calor do sol

Tempo para namorar a lua

Tempo para banhar-se no mar

Ah! Esse tempo que me consome

Sem nada a fazer

Sem nada a pensar

Sem nada a empreender

Sem nada a entender

Porque o tempo não passa?

Se o tempo, me dá o tempo necessário

Para fazer um balanço da vida

Como está meu caminhar

Se posso abraça-la, me abraçar

Amar a vida, me amar

Ouvir o outro, me ouvir

Sentir o sol, sentir meu calor

Namorar a lua, me enamorar

Admirar o mar, o rio, a cachoeira

Sentir o frescor da brisa

Viver o tempo a cada seu tempo

E agradecer o tempo que temos

Porque reclamar do tempo?

O tempo eu faço, dentro do meu tempo

Pois todos temos o tempo necessário

Para vivenciá-lo com maestria

Com sintonia, com galhardia

Este é o nosso tempo


Coluna escrita as sextas-feiras.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 22/06/2018 às 08h54
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
15/06/2018 13h09
VIAJANDO NA POESIA – NA BEIRA DA CACHOEIRA

NA BEIRA DA CACHOEIRA


 

Sentado a beira da cachoeira

Me ponho a pensar na vida

Esta vida que Deus me deu

De côncavos e convexos

Porem com muito nexo

Se prestarmos atenção

Do nosso compromisso assumido

Cair em êxtase ao ouvir sons

Que ecoam da mata

O frescor das nuvens de águas

 Batendo em teu corpo

Lavando tua alma

O som das corredeiras

A bater nas pedras

Chego à conclusão

Que a vida é bela

A mata me fascina

A cachoeira me encanta

A mãe natureza me ensina

Que devemos respeitá-la

Preservá-la, amá-la

Em cada parte da natureza

Deus está presente

Na mata, nos rios, no mar

Na cachoeira, na ribanceira, no ar

A nos ensinar, que devemos AMAR


Coluna escrita as Sextas-feiras.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 15/06/2018 às 13h09
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08/06/2018 08h53
Viajando na Poesia: AMOR

AMOR





Amar



Misericórdia



Obrar



Renovar



 



 Conta uma antiga lenda persa, que um homem residia em uma próspera cidade, com sua família, muitos animais, um pomar generoso e um rio de águas claras que passava nos fundos de sua propriedade. Eles viviam uma grande felicidade e bênçãos.



 Até que um dia, por ali passou um religioso pedindo hospedagem.



 Assim foi recebido com muito carinho. Naquela noite, após o jantar o visitante perguntou-lhe:



 És um homem feliz? Gostaria de saber se possuis pedras ou diamantes, pois são elas as bases da felicidade.



 O dono da casa respondeu-lhe que sim. Que era um homem muito feliz, pois tinha uma família que amava muito, tinha muita saúde e confiava em Deus. Que era um próspero comerciante, mas não ambicioso. Não tinha jóias, pedras ou diamantes, apesar de tudo isso era muitíssimo feliz.



 Lamento decepcionar-lhe, disse o visitante. Se não possuis diamantes, talvez nunca o vistes, não sabes o que é felicidade, tampouco és realmente feliz.



 Em seguida, conversaram outros assuntos e foram dormir.



 Mas o homem que se sentia feliz começou a pensar na conversa que tivera e passou uma noite mal dormida.



 No outro dia, o homem foi-se, mas insistiu dizendo:



 Pense nos diamantes, como eu falei.



 Apartir daquele dia o homem tranqüilo passou a cobiçar diamantes e com a procura perdeu a paz. Resolveu por fim vender a propriedade. Uma parte do dinheiro confiou a um parente para assim cuidar de sua família. Seguiu sua vida à procura de diamantes.



 Passou por rios, vales, florestas e montanhas sem jamais conseguir.



 Os anos passaram o homem envelheceu e morreu sem nunca ter alcançado a felicidade através dos diamantes.



 Sua família perdeu o contato com ele, sofrendo pelo abandono e assim a separação de todos.



  Muitos anos mais tarde o religioso volta a visitar as terras e fica sabendo do ocorrido. Convidado a pernoitar, observa sobre a lareira algumas pedras que brilhavam. Levantou-se e pergunta ao dono:



 Onde encontrastes estas gemas?



 No riacho, respondeu o dono da casa desinteressado. Os animais pisam sobre elas. Porque me parecem originais, trouxe algumas para decorar esta sala.



 Homem de Deus exclamou o religioso nervoso.



 Estas pedras são diamantes. Amanhã cedo me leve ao córrego?



 E passou uma noite de insônia.



 No dia seguinte acordaram cedo e lá foram para o riacho.



 Chegando lá, o religioso percebeu que os diamantes deslizavam sobre as águas transparentes, e assim descobriu-se umas das maiores minas de diamantes do mundo.



 O homem que era feliz sem conhecer diamantes deixou-os no quintal de sua casa para ir procura-lo mundo afora sem nunca ter encontrado.



 O mesmo acontece com o amor. Todos nós possuímos o amor dentro de nós, mas tem pessoas que necessitam de outros para despertarem o valor deste tesouro.



 Já dizia Gandhi:



 Por mais duro que alguém seja, derreterá no fogo do amor, se não derreter é porque o fogo não é bastante forte.



 Não há pessoas mais duras de coração que possa ser, e que não tenha um mísero sentimento de amor. Por mais bárbaro que seja, por mais assassino que seja, por mais orgulhoso que seja ele no fundo do seu coração, mesmo adormecido tem uma pequena centelha de amor. Nós precisamos às vezes receber um choque para que aquele iceberg se derreta em águas cristalinas e molhe nosso coração de amor.



 Abramos nossa mente, sepultemos nosso egoísmo, nosso ódio, nossa arrogância, substituindo pelo amor. Amor fraternal, amor de irmãos em Deus e em Cristo. O homem que ama é um homem feliz. É como diamante que brilha por todos os lados. Ilumina todo o ambiente, irradia luz, alegria, união e solidariedade. Amar é ter a capacidade de conviver com a diversidade de idéias, comportamentos, grupos sociais, religiosos. É ter a capacidade de perdoar.



 Alcança-se a plenitude terrena quando se consegue amar. É claro que às vezes quando despertamos para o amor sofremos algumas frustrações e conflitos por não sermos entendidos ou às vezes porque queremos resultados imediatos. Necessitamos ser correspondido, porem temos de lutar bastante. Faz-se necessário polir este diamante que ainda está grotesco, precisamos de muito burilamento para assim começar a mostrar seu verdadeiro brilho. Aquele brilho esplendor que quase cega nossos olhos de tanta luz que irradia.



 Quantos exemplos de pessoas que aqui vieram nos ensinar na prática o verdadeiro amor. Amor fraternal, incondicional. Assim temos Buda, Gandhi, Chico Xavier, Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce, Francisco de Assis, Paulo de Tarso o grande amigo de Deus, o apóstolo de Cristo, o grande precursor do cristianismo.



 O homem que mais amou, chegando a entregar sua própria vida, o nosso mestre Jesus que aqui veio nos ensinar a amar.



 Veio sintetizar toda lei mosaica, numa pequena frase:



 Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo.



 Veio nos mostrar a lei do amor, da compreensão, da justiça, da caridade, da solidariedade. Uma lei compromissada com nossa evolução. Pois sem o amor, caridade, solidariedade não se evolui.





Coluna escrita as sextas-feiras.



Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 08/06/2018 às 08h53
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01/06/2018 13h06
VIAJANDO NA POESIA – BOM DIA

BOM DIA


 

Bom dia, dia

Amanhã e cada dia

Bom dia

 

Bom dia ao vento

À chuva, ao sol

À lua, ao farol

 

Bom dia meus amigos

Inimigos, bendigo

Saúde, atitude

 

Bom dia floresta

Que nos refresca

Naquela fresta

 

Bom dia ao mar

Ao rio, a cachoeira

No miramar a pensar

 

Bom dia à vida

Vivida, sofrida

Compartilhada

Bom dia


Coluna escrita as Sextas-Feiras.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 01/06/2018 às 13h06
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30/05/2018 18h46
ROSIANE FAVERO - “Forte tendência! ”

“Forte tendência! ”


Termo feminino que significa uma maneira ou costume mais determinante em um certo grupo e momento, assim, é descrita a moda. É uma palavra muito usada para designar uma forma de se vestir que é comum para muitos, e importante salientar que está relacionada ao modo de se comportar e manifestar, influenciando outras pessoas a seguir e fazer o mesmo. Você já pensou nisso? Aposto que sim! Existem vários tipos de moda, como a feminina, masculina, para gestantes, Plus Size, enfim. Sabemos que os desfiles de moda mais importantes acontecem em grandes centros como Milão, Paris e Nova Iorque, onde designers, estilistas ou desenhistas de moda apresentam as suas criações e estabelecem tendências para o futuro. E a história da moda é marcada pelos diferentes tempos e movimentos culturais que influenciaram as sociedades! Vejam só! Good!! Mas, e dentro deste contexto, como levar isso para nossa vida diária? Afinal, não somos designers, estilistas, desenhistas...ou somos? Bem...não somos nós, que baseados na nossa educação, valores, princípios, ensinamentos que recebemos, formação, capacitação, e, portanto, com a postura, posicionamento e atitudes, “desenhamos e criamos o nosso modo de viver” influenciando outras pessoas? Já tinha pensado nisso?

Mas aí, eu pergunto: o que é estar na moda ou não, em termos de ação, atitude, comportamento e posicionamento, que vai além do vestir? Uma vez que, moda, significa algo que está ou pode se tornar popular. Observe, que a expressão "estar na moda" indica uma pessoa que tem um estilo atual de se vestir e, também, descreve um hábito, costume, apreciado por outros. Por exemplo, agora está na “moda” utilizar as redes sociais (WhatsApp, Instagram, Facebook, Twitter e outros), para se comunicar, expressar e manifestar. Não cabendo aqui, entrar no mérito dessa questão. Contudo, alguém em algum momento ditou essa “moda” que há bastante tempo, é um hábito muito popular na vida das pessoas.

“Se moda é algo que está popular e pode ser copiado, vamos criar a moda dos bons exemplos e tornar uma forte tendência? Poderemos transformar vidas! ”

(by Rosiane Favero)


Coluna escrita as Segundas e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 30/05/2018 às 18h46
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