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Diàrio Recôndito e Poesia
O Jornal das Palavras - Fundado em 10/10/2017.
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06/02/2018 00h00
CARTA NO TEMPO: E vejo em mim, a face da poesia

 


Por Ricardo Oliveira - oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


CARTA NO TEMPO: E vejo em mim, a face da poesia


 

Oh!

Candura dos deuses...

Que no canto invade meus sonhos,

Não tão puros, pois em nada tenho pureza.

Somos apenas uma gota que se derrama em cima de qualquer papel.

Por sermos apenas um  sonho realizado,

Mas que na medida do possível, sabe seguir.

Entre o Olimpo e o submundo.

Porém,

A poesia me salvou de Hades.

A poesia me fez sentir o que eu não sentia.

Fez-me ser eu mesmo.

Fez-me de prisioneiro e,

Assim como Sócrates,

Faz-me escolher a morte.

Não a morte simples que conhecemos,

Somente a morte complexa,

Pois, este tipo de morte é aceitável.

A imortalidade de uma alma que não existe.

Existe apenas quando eu creio.

Mas se não creio nela,

Como poderá existir?

E é assim que Homero e Fernando Pessoa,

Tornaram-se meus amigos no qual me influenciaram.

Não desvelando a si mesmos, e nem a mim.

Ah!

É com pesar que não sou feliz.

Porque não encontrei a felicidade,

Só um motivo para ser feliz.

Plenitude, isso não.

E o motivo é a poesia e nada mais.

Calíope, a deusa da poesia,

É mãe de Orfeu.

Orfeu toca belissimamente harpa, e

É o poeta que fascina com a sua sensibilidade.

E vejo em mim, a face da poesia... (enquanto a poesia enxerga em mim, a minha psique que não encontro).

 

"Vejo em mim o rosto da alma da poesia".


Coluna escrita as Terças e Domingos.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 06/02/2018 às 00h00
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