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Meu Diário
23/02/2018 08h57
VIAJANDO NA POESIA – Meu Bangalô

 


Valmir Vilmar de Sousa - vevesousa1958@gmail.com


MEU BANGALÔ


 

Do meu bangalô do alto da serra

Vejo o tempo passar

São filmes intermináveis

Onde me perco a pensar

Olho para baixo

Avisto uma linda cachoeira

Com suas águas cristalinas

A se dissipar entre as pedras

Na mata verdejante

Sentindo o frescor da brisa

Eu me pergunto

Será aqui a morada de Deus?

É este o paraíso?

Pois eu me sinto abençoado

Em conviver com a natureza

Ouvir o canto de pássaros

O piar da coruja

Namorar a lua

Olhar no horizonte

E declarar

Moro num cantinho do céu

Onde o céu é mais azul

As nuvens são mais alvas

Com minhas mãos eu agradeço

De construir no pé da serra

Meu humilde bangalô


Coluna escrita as Sextas-feiras.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 23/02/2018 às 08h57
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