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27/02/2018 13h57
CARTAS NO TEMPO - Epopeia perpetua


E-mail: oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


Epopeia perpetua


 

Aos amigos leitores,

 

Uma questão heroica

Desejar a IMORTALIDADE é uma questão heroica que até mesmo AQULILES vai à busca na GUERRA DE TRÓIA.  Isso significa ter o seu nome lembrado por POETAS de maneira eternizada. E quem não quer ser MEMÓRIA para a vida inteira?

 

Aquiles

Aquiles ao ir para a guerra sabe que a MORTE é um meio de alcançar essa imortalidade e ter sua história contada de geração em geração. Não ser esquecido pelo TEMPO é a razão pelo qual se pode lutar por alguma coisa. É um legado a deixar para o FUTURO.

 

O amor de Helena

Uma EPOPEIA é um poema heroico protagonizado por um ou mais personagens, através de suas ações, cujos obstáculos são SOBRENATURAIS. HOMERO, uma grego, ao escrever ILÍDA, demonstra a narrativa da IRA DE AQUILES. Também o amor de PÁRIS por HELENA. Quem nos tempos atuais não vai atrás de sua AMADA?

 

Homero nos ajuda!

Homero nasceu em algum lugar da Jônia em torno de 850 a.c. Desta forma se torna um LENDÁRIO POETA e vai nos ajudar na coluna a respeito da PERPETUA LEMNRANÇA e dos AMORES a serem levados a sério. Quem ama de verdade, vai até as consequências.

 

Um poeta lendário

Vem se desenhando em mim,

Uma poesia do não esquecimento,

Que até mesmo HOMERO,

Contar-me-ia seus SEGREDOS!

Neste mundo em que me encontro,

Revelo a minha preocupação

Em escrever tantos versos,

Sem que me arranquem o coração,

E destruam a minha generosa alma,

Ou a fascinante memória de uma ILUSÃO.

A imortalidade para meu SER disposto

A ter somente no peito a alegria,

É de se tornar UM POETA LENDÁRIO,

Tendo ETERNIZADA a própria VIDA,

No MISTÉRIO das delicadas MADRUGADAS.

E os AMORES como a única forma de CRENÇA,

Sublimidade dos cantos góticos ou líricos,

Como PÀRIS desposou a doce HELENA,

Venho SONHANDO com a nobreza FEMININA.

 

Pensamentos no tempo:

“Helena e o seu tesouro, e por memória

Multa condigna pagam: morto Páris,

 Se Príamo e seus filhos ma refusam,

Té que os force ao dever, não largo as armas”.

Homero (página 101 de Ilíada).


Coluna escrita aos Terças e Domingos.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 27/02/2018 às 13h57
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