O Jornal das Palavras - Fundado em 10/10/2017.
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14/03/2018 18h08
ROSIANE FAVERO: Roupas...uma experiência física ou simbólica?


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


Roupas...uma experiência física ou simbólica?


 

Na coluna anterior, falamos sobre a elegância e tudo que ela pode representar. E vocês, meus leitores, ajudaram nessa tarefa. Me sinto satisfeita e feliz, por ter tido tantos feedbacks! Que maravilha! E o que me deixou muito feliz, foi ver que realmente as pessoas se importam com a elegância que vem de dentro para fora. Aquilo que carregamos, que nos faz ser diferentes e estar conectados com o mundo, cada um a sua maneira. Bravo!

E você sabia que, com base em pesquisas, verificou-se a influência que as roupas teriam no comportamento e processos psicológicos das pessoas? Sim! De acordo com essa pesquisa, a influência estaria relacionada a fatores independentes. Como o significado simbólico das roupas e a experiência física de vesti-las. Já pensou nisso? No mínimo interessante, não é?! Para comprovar esta tese, realizaram uma espécie de testes para explorar os efeitos que um jaleco de laboratório, que está associado à afetividade e cuidado, poderia provocar. Concluíram que o uso do jaleco, aumentaria o desempenho em tarefas que precisam de concentração. Comum aos médicos, por exemplo.                                                                                       Isto dito, podemos dizer que, quando vestimos roupas associadas a algumas qualidades, tendo algum significado, poderemos de certa forma ser influenciados; porque estaremos inclinados a incorporar as características relacionadas as roupas.

É muito interessante pensar sob essa perspectiva. Imagine você, ter como experiência, vestir um avental de chefe de cozinha, um macacão de bombeiro, ou ainda, um jaleco de professor? A responsabilidade atribuída a essas profissões, poderia se manifestar. Olha aí, uma ideia para os testes vocacionais. Ou seja, o nosso comportamento e preferências, estão diretamente ligados, e são influenciados pelo meio em que vivemos, nossas companhias, crenças, roupas que vestimos, enfim; o que usamos para cobrir o nosso corpo, talvez diga mesmo, a que viemos e o que pretendemos neste mundo.

“A roupa comunica”

(Rosiane Favero)


Coluna escrita as Segundas e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 14/03/2018 às 18h08
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Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
13/03/2018 14h47
CARTAS NO TEMPO - HERÓIS OU POETAS?


E-mail: oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


 

HERÓIS OU POETAS?


 

Quanto pegasus, o cavalo alado traz consigo a mitologia grega,

Vê-se que ela é traçada por poesias ritualísticas,

Onde a vivencia deste ser mítico,

Ganha um amigo herói.

 

E quem somos nós?

Heróis que lutam por uma vida, mas justa,

Ou heróis que montam em seus cavalos alados,

Em busca de aventuras, delas, a glória da imortalidade.

 

Enquanto Aquiles e Ulisses são humanos que enfrentaram o mundo por acreditar em algo,

Há seres humanos que lutam pela vida cotidiana,

Justamente por terem no Transcendente: sua própria esperança.

E retorno a celebre questão: Quem somos nós?

 

Heróis ou poetas?

 

Heróis: Por tentarmos perceber que nossas diferenças não implicam em  rejeitar a construção da identidade (s) a partir de um diálogo inter-religioso.

Poetas: Por fazermos do mundo, grandes cânticos, onde a mitologia em que a nossa tradição religiosa discute, não é a verdade absoluta, mas, fonte inspiradora, mostrando que o processo dessa discussão e hermenêutica, se dá através da alteridade que leva-nos a reconhecer o Outro como um ser capaz de se relacionar socialmente.   

É por isso que o pegasus traduz as asas do pensamento,

Que tem liberdade pra expressa-se, liberdade para enxerga-se como herói e poeta histórico.

Liberdade de agir ou não, liberdade de culto, liberdade de gênero,

Liberdade para amar, chorar e de demonstrar aspirações.

 

Heróis ou Poetas?

 

PENSAMENTOS NO TEMPO:

"O que realmente somos neste mundo: Heróis ou Poetas? Prefiro ser um poeta que reuni as caracteristicas humanas, do que um heroi a ser lembrado só pelos seus feitos.

 

Ricardo Oliveira


Coluna escrita as Terças e Domingos


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 13/03/2018 às 14h47
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12/03/2018 17h46
ROSEANI FAVERO: Decepção e Reação


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


Decepção e Reação


Podemos dizer que, diariamente ficamos desestimulados ao ver tantas notícias negativas, não é assim? Seja no quesito política, saúde, segurança pública, educação; entre tantos outros. E certamente estamos fartos disso.

Por outro lado, estamos nos esforçando para preservar nossos empregos, produzir algo, empreender mesmo com todas as dificuldades, e ainda, procurar crescer! E o que acontece infelizmente, é que o crescimento do nosso país depende da economia, que está diretamente ligada às ações políticas. A intervenção do Estado é muito grande. Isso é positivo? Penso que não.

Trabalhamos muito para o nosso sustento, por melhores condições de vida em nosso país e obviamente precisamos de um retorno. Afinal, pagamos impostos, juros, taxas, enfim. É realmente decepcionante e desmotivador.

Contudo, a meu ver é exatamente essa discordância que nos permite avançar, questionar, e ainda, olhar a realidade de frente e progredir. A decepção é uma forma de frustração, e aprender a lidar com ela é uma habilidade essencial para conseguirmos conviver com as nossas emoções de forma prática.  E vou além; para que o crescimento aconteça, por incrível e absurda que a ideia possa parecer, a decepção precisa ser experimentada. Sim! Isso nos ajudará a desenvolver a capacidade de superar as decepções e funcionará como um processo de construção das habilidades de enfrentamento, para a concretização de algo maior e muito melhor. Portanto, aprendamos a encarar os percalços diários. Fácil? Não está para ninguém! Mas, sejamos nós, os promotores de pensamentos, ideias, conceitos e, posturas mais positivas e proativas! Não permitamos que as decepções nos paralisem. Elas são apenas “gás” para o nosso crescimento e desenvolvimento pessoal e profissional. Fácil? Repito, não é; mas, num momento ainda tão delicado para o nosso país, é interessante e ouso dizer, necessário que se faça isso. Agir mais! E que da nossa boca, só saiam palavras para edificar, construir; esclarecer, informar e motivar.

Seja você, a mudança que quer ver”

(By Rosiane Favero)


Coluna escrita as Segundas e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 12/03/2018 às 17h46
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11/03/2018 11h05
CARTAS NO TEMPO - Buscar o teu querer

 


E-mail: oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


Buscar o teu querer


Ensina-me a buscar o teu querer?

Para que eu não tenha outro amor.

E nisso, viveremos pra sempre...

Jurando ser quem for.

 

Jamais imaginei...

Aventurar-me em tuas delícias.

Nas madrugadas, ter outra vida!

Banhando-nos nas águas de Portugal.

 

Sinto a paz se estabelecer em nós!

Impulsionando-nos a declarar:

Seja no mais profundo dos olhos,

Pra te amar, não precisa falar.

 

Como somos versos e músicas,

Tocando através dos instrumentos.

Vejo o futuro ir além...

Dos sonhos de um dia inteiro.

 

Até mesmo no inverno,

Empresto minha boca.

É uma viagem louca,

Poder te desejar, (doce poesia).


Coluna escrita as Terças e Domingos.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 11/03/2018 às 11h05
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10/03/2018 11h01
Palavras & Sentimentos: Nós as Mulheres


Eloah Westphalen Naschenweng - eloahwn@hotmail.com


Nós as Mulheres


“Nas inquietações,  no encanto,

 no desencanto, no amor, no desamor, 

na sede e na Fome da alma existe um pouco de mim, 

um pouco de você e um pouco de todas nós.

É este tremor que pulsa no coração, 

estica a ternura e 

coloca a beleza no sopro da vida.”

 

Abro um espaço e no ócio tão raro e precioso, reflito, percorro o tempo e, penso nos transtornos, que acarretamos, nós as mulheres, na ordem do mundo, desde que num ato de rebeldia consciente resolvemos mudar o curso de nossas vidas, quebrar as sequências e reavaliar os valores.

Que trabalho aprontamos com essa generalizada bagunça. Afinal, de nós foi sempre o esperado: o abrigo, o prazer, o conforto, o tempo e o sagrado posto de esposa e mãe.

É verdade que levamos conosco a dádiva de ser mulher, procriar e o dom de possuir esse sentimento pleno, avassalador, insubstituível que nos toma conta por inteiro e nos suga minuto a minuto a vida toda. Mas a par da plenitude e da beleza incorporada, que nos encanta e alimenta - e não abrimos mãos de vivê-lo - traz na bagagem fartas exigências, cobranças e responsabilidades que vão proliferando-se ao longo do tempo e juntando-se a sentimentos de tantas e quantas culpas imaginadas, mas reais, porque nos fizeram acreditar que a perfeição leva à perfeição e que o dever está em primeiro lugar.

E o tempo?

Ah! Precioso tempo. Esse tempo que contamos, puxamos, esticamos e desdobramos muitas vezes no afã de achar tempo para correr - e isso exige que sejamos as atletas que não somos - atrás de outras realizações pessoais, tão nossas e, vezes sem conta, impraticáveis porque não temos tempo.

São elos que se interligam com novos elos compondo densas correntes, e que nos acompanham e aos nossos conflitantes e arraigados valores vida afora.

São tantas as amarras, difícil e espinhosa tem sido a mudança por mais tênue que seja. Mas sabemos que estamos abrindo caminhos e que abrir caminhos nunca deu leveza aos passos.   Energizadas e impulsionadas pelo desafio e a tenacidade engendrada no dia a dia, continuamos a persistir motivadas e fortalecidas.

Sabemos, também, que somos muitas e que de todas as maneiras, diferentes maneiras estamos, paulatinamente, abrindo uma brecha à luz do mundo para que possamos iguais em direito, mesmo parte de outros sonhos, buscar em outras plagas os nossos tão sonhados sonhos.


Coluna escrita aos Sábados (quinzenalmente).


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 10/03/2018 às 11h01
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