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Diàrio Recôndito e Poesia
O Jornal das Palavras - Fundado em 10/10/2017.
Meu Diário
31/03/2018 09h27
Palavras & Sentimentos: Pàscoa

 


Eloah Westphalen Naschenweng - eloahwn@hotmail.com


Páscoa



“Ele despiu-se de sua glória,
 fez-se homem
 e buscou nossa salvação”.

 

Tempo de amor, de dor e redenção.
Façamos do tempo momentos de reconhecimento e de preservação. 
Façamos luz no nosso olhar, para abranger a escuridão e reconhecer as mensagens que iluminam o coração e penetram nos mistérios da nossa solidão.
Façamos da nossa voz silêncio, para capturar a beleza que emana da alma e todo o lirismo das palavras que se agitam e se depuram, para transformarem-se  em poesia.
Façamos dos nossos sonhos e nossos sentimentos, jorros de esperanças e a certeza envolvente de que tudo que nos rodeia, feito e desfeito, será sempre a obra do amor que nos arremessa inquietos, vida afora. 
Façamos do tempo, eternidade, sol de glória, sombra de dor e, em prece, em cada esquina, a ternura e o conforto da felicidade.
Façamos da nossa fé  um novo elo de amor, para que possamos seguir sempre em frente, esperançados e cientes que a grandeza está em cada um de nós e, para que a sabedoria abra passagem e vá ao encontro da paz , perseverança e liberdade.
Desta forma iremos, renovados, construindo nossa caminhada e perpetuando este processo misterioso que se chama vida.


Feliz Páscoa!


Coluna escrita aos Sábados (quinzenalmente).


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 31/03/2018 às 09h27
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
30/03/2018 09h22
VIAJANDO NA POESIA – Teatro


Valmir Vilmar de Sousa - vevesousa1958@gmail.com


TEATRO


Teatro, templo da arte de representar, de cantar, de dançar
Morada do ator, da atriz, operários (as) da arte.
 No palco ele (a) se manifesta e se realiza em vários personagens.
 Um dia ele (a) é um herói, outro dia um vagabundo
 Tal qual Carlitos e seu eterno vagabundo. 
Ao sinal da campainha é hora de concentração, de contrição.
Pelo seu palco se faz representar autores excepcionais
Um Carlos Drummond, Bertolt Brecht, Ariano Suassuna, Antônio Cunha
E tantos outros que escreveram sua história
Nos palcos do mundo
Seja teatro de revista, popular ou musical
Ele estar a esperar seus convidados
Convidados estes, todos especiais
Independente de posições sociais
Todos são chamados a participarem do show da vida
Afinal a vida é um show e merece aplausos
Aplausos ao teatro, aplausos aos operários (as) da arte
Que o apagar das luzes da ribalta
Seja uma breve pausa
O show deve continuar.


Coluna escrita as Sextas-feiras.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 30/03/2018 às 09h22
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28/03/2018 18h53
ROSIANE FAVERO: A moda da gente


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


A moda da gente


Enquanto caminho (adoro observar as pessoas em movimento e tudo mais), vejo pessoas com todos os tipos de roupas, texturas e cores. Que maravilha essa liberdade! Foi-se o tempo em que tínhamos um padrão, uma mesma linha, quase que uma regra. Ou você vestia determinada roupa, ou estava totalmente fora e, de certa forma era até ridicularizado e excluído de algumas rodas e grupos. Você deve lembrar que já houve época assim. Mas, o mundo mudou, as pessoas mudaram, e finalmente perceberam (que bom!), que o conforto, simplicidade, beleza, bom-senso, leveza, e a satisfação ao vestir-se, está ligado ao fato de estar bem consigo mesmo, não ligando em absoluto para a opinião de outros. É mais ou menos assim, não é?! A meu ver isso é progresso positivo. Está ligado a comportamento, espontaneidade, aproveitar a vida e bem viver!                                                                

Pode-se dizer que a moda é um fenômeno cultural que reflete os padrões estéticos inseridos em uma sociedade, e nos permite se qualificar e “reinventar” além de captar com fidelidade a consciência de um tempo, de tudo aquilo que se passa em determinada época e, por conseguinte, muda com tanta facilidade,

Um ponto interessante a se considerar ainda, é que a tecnologia funciona como propagadora das novidades, e principalmente, fortifica o surgimento de novas abordagens estéticas, não só pela manipulação de imagens, mas também pela rapidez em que os costumes se propagam e geram novas formas, ideias, conceitos e tendências. A imagem da moda é o que perpassa o tempo vivido e soma-se ao atual.

 

“A roupa comunica e conecta você com o mundo! ”


Coluna escrita as segundas e quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 28/03/2018 às 18h53
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26/03/2018 18h43
ROSIANE FAVERO: A Culpa é de quem?


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


A Culpa é de quem?


Vivemos cercados de acontecimentos, notícias que nem sempre são fatos, enfim; no entanto, recebemos informações que obviamente cabe a cada um de nós discernir, para então avaliar com imparcialidade. Mas, diante de tantos eventos negativos e que muitas vezes nos ofende, agride e desrespeita como cidadãos brasileiros, seja na nossa cidade, estado ou no país como um todo; podemos nos perguntar: mas afinal de quem é a culpa? Quem é o responsável por isso tudo? Lembrando que, uma sociedade é composta por pessoas, que juntas, cada uma fazendo a sua parte e dadas as suas responsabilidades, construirão uma vida melhor para todos. Em princípio seria assim, não é mesmo? E se não agirmos desta forma? E se negligenciarmos esse fato? Voltando então, aos eventos negativos que muitas vezes nos agridem, precisamos avaliar até que ponto somos responsáveis como cidadãos. Vamos refletir sobre o seguinte: se a culpa é uma acusação que se faz a alguém por uma conduta que criou uma determinada reação...por exemplo, no mundo político a meu ver poderíamos dizer que isso é uma constante. Para elucidar melhor, vamos supor que o Legislativo de uma determinada cidade, conceda uma honraria a quem não tem condição alguma de receber, por questões óbvias de desmerecimento. Como resultado, esse ato ofendeu e desrespeitou uma grande maioria de pessoas. E a culpa é de quem? Uma vez que, ela consiste na omissão da conduta devida para prever e evitar danos, seja por negligência, imprudência ou incompetência. Mas será que no mundo político sentir-se culpado, é comum? E temos ainda, a questão do erro. Quando é tratado como uma forma de se chegar ao acerto como experiência e obviamente não afete mais ninguém, a não ser você mesmo, funciona como aprendizado, ótimo! O que não deve acontecer é a repetição do erro de forma leviana e inconsequente, prejudicando outras pessoas. Isto dito, sejamos atentos as nossas escolhas na vida! E digo isso, porque nós enquanto cidadãos, temos a nossa parte nessa “história” chamada Brasil.

 

“Errar é humano, mas, persistir é leviandade ”

(Rosiane Favero)


Coluna escrita Segundas e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 26/03/2018 às 18h43
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25/03/2018 09h39
CARTAS NO TEMPO - CANTA PÁSSARO


E-mail: oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


CANTA PÁSSARO


 

SÓ TU ÉS A MANSIDÃO!

A LUZ NA ETERNA ESCURIDÃO.

 

O SONHO QUE CHEGA DE REPENTE!

UM VENTO IMPETUOSO E DIFERENTE.

 

AH! ANDORINHA!

TU VOAS BELISSIMAMENTE.

 

SÓ A TUA VOZ!

TRÁS PAZ AO MEU OLHAR.

 

QUANDO PERDIDO!

NÃO PUDE ME ENCONTRAR.

 

CANTA PÁSSARO!

QUE HOJE EU NÃO QUERO MAIS CHORAR.

 

PASSANDO O ALVORECER E O ENTARDECER!

BUSCANDO O SEU JEITO LINDO DE SE EXPRESSAR.

 

POR QUE ÉS UM IMENSO BARCO!

NO QUAL QUERO NAVEGAR.

 

TU ÉS A JÓIA RARA!

QUE TÃO PRÓXIMA SE DEIXA ENCONTRAR.

 

ESTONTEANTE BRILHO!

QUE NÃO DEVE SE APAGAR.

 

POR SERES UM CISNE!

QUE NADANDO PARECE BAILAR.

 

AH! SE A BRISA ME LEVASSE PARA LONGE DESTE LUGAR!

EU ME OBRIGARIA A TER QUE ME APRISIONAR.

 

PARA NÃO LEMBRAR VOCÊ.

MAIS AO MESMO TEMPO!

NÃO QUERO TE ESQUECER.

 

POIS TU ÉS OS MEUS ANSEIOS!

QUE SÓ FAZ – ME ENLOUQUECER.

 

UMA FERIDA NO MEU PEITO!

QUE DEVORA – ME AO ANOITECER.

 

COMO AGUENTAR?!

DIZ – ME SE HÁ OUTRO LUGAR?

 

ONDE EU POSSA ME LIVRAR!

DE BANHAR – ME NO SEU MAR.


Coluna escrita as Terças e Domingos.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 25/03/2018 às 09h39
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