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Diàrio Recôndito e Poesia
O Jornal das Palavras - Fundado em 10/10/2017.
Meu Diário
04/02/2018 00h00
CARTAS NO TEMPO - Mares de Amor

 


Por Ricardo Oliveira - oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


 

CARTAS NO TEMPO: Mares de Amor 


 

 

Aos amigos leitores:

Estou liberto dos pesadelos,

De um dia não mais te ver.

E ponho acima de tudo!

Meus sentimentos em ti.

Agora posso voar!

Como um pássaro...

Sente-se em liberdade,

Caminhando sobre o ar.

Percebo em mim mesmo,

Algo que vem a mudar.

Mudar minha história,

Pra viver contigo ao luar.

Verdade seja dita:

Nada sou sem tuas melodias.

Nem ouvi-la no infinito,

Estando fora de teu anseio de amar.

E juro ao vento,

As lembranças de nós dois.

Para navegarmos sem medo,

Nos mares, feito do mais puro amor.

 

“O mundo é grande e cabe nesta janela sobre o mar. O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar. O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar”.

 

Carlos Drummond de Andrade


Coluna escrita as Terças e Domingos.

www.cartasnotempo.blogspot.com.br


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 04/02/2018 às 00h00
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
02/02/2018 00h00
VIAJANDO NA POESIA - A jangada

 


Valmir Vilmar de Sousa - vevesousa1958@gmail.com


 

A JANGADA

 

Jangada nos leve para o mar

Nesta noite deslumbrante

Sob a luz do luar

Desejo me entregar

A um verdadeiro frenesi

De um ser apaixonado

Descontrolado

De emoções

Seduções

A luz do lampião

A refletir na água

A silhueta de nossos corpos

A bailar no mar

Com o balanço da jangada

Num movimento

De vai e vem

Uma explosão

Uma conexão

Uma paixão

Desenfreada

Em uma jangada


Coluna escrita as Sextas-feiras.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 02/02/2018 às 00h00
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Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
31/01/2018 09h22
ROSIANE FAVERO: Vestir-se = personalidade

 


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


 

Vestir-se = personalidade

 

 

Nós somos muito suscetíveis a mudanças, situações, tendências, opiniões, críticas, enfim. E aí me refiro, as várias áreas da vida. No entanto, e também, quando o assunto é moda, antes de mais nada precisamos entender e ter a consciência do que gostamos, queremos ser e conquistar, o que nos fazem bem e nos deixa à vontade, enfim. Isso se chama, construção do meu “eu” para então, a partir disso, me expressar por meio de cores, texturas, formas, seja no vestir, calçar e adornar, que nada mais é do que exteriorizar por meio do que se usa, a vontade e desejo de ocupar um lugar no “mundo. ”

Nós nos vestimos de acordo com circunstâncias primordiais como, proteção, visto a necessidade de abrigo, ornamentação, que nos traz o elemento de diferenciação, entre outros. Neste contexto, podemos dizer que moda é “enfeitar o corpo” como construção de cultura e história que se localiza no tempo e no espaço. E é vista ainda, como a incorporação do indivíduo a sociedade, passando a ser uma fonte de estudo inclusive econômica, porque passará a existir um consumo. Ainda, podemos dizer que, o evento moda é uma identidade social que se estudado em detalhes será constatado o desejo da diferenciação, autopromoção e manifestação por cada indivíduo, pertencente a um círculo social, e de uma forma distinta. De certa forma, a moda nos permite assumir a liberdade de construir aquilo que escolhemos representar perante o nosso círculo de convívio.                                                                               

A relação entre a moda e o corpo, tal como a ligação que ambos têm com o meio social, funcionarão como bases teóricas para o entendimento de como poderemos nos vestir, assumindo a nossa personalidade.

Sabe aquele velho ditado conhecido por todos nós, que diz “o menos é mais? ” Pois é, não tem erro, e também cabe aqui. Portanto, seja você mesmo. Seja simples e sensato no vestir, e sobretudo, na sua postura perante a vida. Assim sendo, você e sua personalidade aparecerão e brilharão, num universo de muitas estrelinhas sem “brilho. ” Pense nisso.

 

“Assuma o seu jeito de ser, e seja vibrante como a vida é.”

(Rosiane Favero)


Coluna escrita as Segundas e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 31/01/2018 às 09h22
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30/01/2018 00h00
CARTAS NO TEMPO - Alvoroço no meu coração

 


Por Ricardo Oliveira - oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


 

Alvoroço no meu coração

 

Pra que fazer alvoroço no meu coração,

Quando todas as noites

Quero apenas adormecer?

É os sintomas inevitáveis,

Quando o corpo logo desperta e,

Dá os verdadeiros sinais,

Da imagem da própria mente,

No qual vem a me entorpecer.

És tu, doce ternura!

Melodia nos momentos impróprios.

E tudo me leva a crer

Na possibilidade de nunca me livrar

Destes sonhos inconvenientes.

Nada espero...

O tempo vai passar...

Mas a hora continua a mesma,

Sem pressa de se entregar.

Vou mexendo para tantos lados,

Tentando enganar a razão,

Só não conto com a alma,

Cuja paz já não quer alcançar.

Ela se perde no caminho,

E não busca orientação.

Levanto-me na intenção de dá uma trégua,

Contudo, o dia chega para dizer:

- Não irás conseguir!

Então a saudade rasga o peito,

E somente disfarça,

Quando me acostumo contigo!


Coluna escrita as Terças e Domingos.

www.cartasnotempo.blogspot.com.br


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 30/01/2018 às 00h00
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29/01/2018 07h43
ROSEANI FAVERO: Conforme a Lei

 


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


 

Conforme a Lei

 

Nossos pensamentos, um turbilhão. Dúvidas, medos, incertezas, enfim. E precisamos de uma direção correta que nos impeça de retroceder.                                                                                                                                

Precisamos observar os erros cometidos até o momento, a experiência vivida que trouxe sofrimento. Faço uma breve menção, ao momento e realidade política que o nosso país enfrenta. Homens públicos guiados pela comodidade, facilidade, conveniência e prepotência, causando o desequilíbrio, o caos.                                                  

Lamentavelmente, alguns insistem ainda, em ignorar os sinais que muitas vezes são evidentes, e que podem trazer consequências. Mas, como descobrir se estamos ou não no caminho certo?

É preciso analisar e conhecer, para não repetir erros.

Vamos analisar possibilidades, nos certificar. Grandes descobertas poderão ser feitas, e nós certamente mudaremos a rota!

 

 

 

Tudo precisa evoluir, mas, se nos mantivermos parados e resistirmos às mudanças, não estaremos em harmonia com a ordem natural das coisas. Se uma determinada situação não está satisfazendo, é sinal de que algo não vai bem, e a verdade não está sendo vivida.  Se continuarmos nos deixando levar, vivendo segundo a vontade de outros, nos sentiremos cada vez mais insatisfeitos, e poderemos retroceder.  Assim, a meu ver somos nós brasileiros, quando o assunto é um governo por exemplo. Não podemos ser acomodados e permissivos! Vamos tomar as “rédeas! ” Caso contrário, corremos o risco de ser “açoitados” por elas. E jamais nos submeter por comodidade, facilidade, conveniência. Opa! Perigo à vista. São os tais “caminhos tortuosos” (que inclusive já citei num outro texto). Prática aliás, que parece ser frequente no mundo político, infelizmente.

O que cabe a todos nós, enquanto sociedade, é assumir a responsabilidade pelas escolhas, e a partir disso trabalhar na construção de novos caminhos, baseados na verdade e retidão.

 

É preciso tomar as “rédeas”

(Rosiane Favero)


Coluna escritas as Segundas e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 29/01/2018 às 07h43
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