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Diàrio Recôndito e Poesia
O Jornal das Palavras - Fundado em 10/10/2017.
Meu Diário
22/01/2018 09h11
CABEÇA PENSANTE: Sonhos & Projetos

 


Roseani Favero - rosifavero@live.com


 

Sonhos & Projetos

 

Para que os dias se tornem mais convidativos e proveitosos, vamos aos nossos objetivos. De curto, médio, longo prazo, não importa. Tenha um projeto! Vamos pensar no que gostamos de fazer, o que sabemos fazer, e com o que se ganha dinheiro. Sim, e por que não?

A educação financeira pode trazer muitos benefícios. Por exemplo, viabilizar o equilíbrio das finanças pessoais, preparar para o desafio de imprevistos financeiros, enfim. Poderão ocorrer, afinal.

Entretanto, você pode se perguntar...mas, e o sonho? O que o dinheiro tem a ver com meus sonhos? Pois bem, são eles que nos trazem esperança, motivação, norteiam nossos desejos e anseios pelo futuro. É por meio dos sonhos que vislumbramos aonde queremos chegar.

 

 

 

Nem todos os sonhos envolvem, é claro, a utilização de recursos financeiros. Podemos sonhar com um mundo mais humano, desejar estreitar o nosso relacionamento com a família e vizinhos, enfim. No entanto, ainda há sonhos que precisam de recursos financeiros para sua realização.

Você já parou para pensar em quantos sonhos você possui? E o que tem feito para realizá-los? O sonho é o desejo vivo, aspiração, anseio, e não tem fim! Já o projeto, implica um esforço temporário, apenas.                                           

Contudo, precisamos saber exatamente aonde nós queremos chegar. Ter em mente quais os recursos que precisaremos (financeiros ou não), estabelecer metas claras e objetivas para o nosso projeto, ter a consciência e visão de futuro trazida pela perspectiva de realização. E então, sinta-se com o seu sonho já realizado. Essa atitude lhe dará motivação para seguir o caminho em busca da concretização. Uma visão do futuro motivadora ajuda a superar os obstáculos. Acredite.

E pense, não é somente o trabalho, metas, negócios, que norteiam a vida. Ter sonhos faz bem para a alma, traz-nos mais longevidade, porque sempre teremos uma meta a cumprir, um desejo imenso de fazer a diferença e de ajudar o outro. Lembre-se, o sonho alimenta o entusiasmo!

Você, sua vida e carreira merecem o melhor. Creia! Coloque fé, seja grato e vá em frente!  

“Quem sonha e projeta, sempre alcança! ”

 (Rosiane Favero)


Coluna escrita Segundas e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 22/01/2018 às 09h11
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
21/01/2018 00h00
CARTAS NO TEMPO - Alma e Saudade

 


Por Ricardo Oliveira - oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


 

CARTAS NO TEMPO: Alma e Saudade

                                                                                         

O “Retorno”

V

ens minha alma a gemer no meu peito, virando as noites, enquanto as luzes estão apagadas. E tens o somo despertado por tantas lembranças. Loucuras de quem não sabe ter controle algum de si mesmo. De súbito, conversas com o próprio poeta e não chegas a nenhuma decisão. Sobre as benfeitoras de uma cidade mergulhada em flashes, momentâneos das cenas em que tantas belezas foram demonstradas. Creio ser, afinal, um modo simpático de me falares a respeito de um possível “retorno”. É, alma minha! Encaro isso como sendo um anuncio das alegrias deixadas pelas ruas e casas visitadas ao longo da história. Até o gosto da religiosidade bate no portão do meu “interior castelo”.

 

Saudosismo da alma

Recebo-te recordação,

Como parte de mim.

Pois na esperança de que,

Um só dia a minha alma

Possa voltar a reviver

As nuanças de uma cidade

No qual tanto desejei!

E morei em tempos preciosos.

Há sempre um lampejo

Das fontes inesgotáveis

De sabedorias e amizades

Dos quais eu mesmo tenho

Saudades em meu peito.O cheiro da comida servida

Num amplo espaço, chamado:

REFEITÓRIO. Isso, sem contar,

Da hora do café, e do jantar,

Sendo-me valorosas conversas

Sobre todas as coisas expressivas

Do dia a dia! E as meditações das manhas,

O sabor delas na noite que chega para o descanso.

E então, o que realmente queres minha adora vida?

Já faz uns bons anos desde a última vez!

Ainda não deixastes, oh pobre espírito,

De ter tais manifestações de saudosismo?

Empresto-te só a minha memória, e basta?

Quando regressares, porventura, sentirás

Realizada em sua totalidade? Assim, viverás!

 

A cidade mencionada

Mística ou não, o fato é que o espírito do ser sempre irá recordar das coisas boas e ruins. A vida é uma decisão, e uma vez tomada, não se pode voltar a traz. Procede? Os versos tecem a respeito de uma cidade já antes mencionada em outra poesia. Ela está intitulada nas CARTAS NO TEMPO: A CIDADE. Pois bem, com tantos detalhes visíveis nas linhas, fica claro ser uma cidade importante para quem o experimentou. Entretanto, não é possível identificar o Estado e nem o nome dela (a cidade), em que tudo fora marcante. Existem traços de uma saudade imensa em poder reviver alguns minutos ou momentos, cujo poeta é o sujeito a ter tais necessidades. Conversando com sua alma.  

 

Deixemos a saudade de algum lugar a guiar a alma ao seu regresso.


Coluna escritas Terças e Domingos.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 21/01/2018 às 00h00
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Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
19/01/2018 00h00
VIAJANDO NA POESIA – Praia Comprida

 


Valmir Vilmar de Sousa - vevesousa1958@gmail.com


 

PRAIA COMPRIDA

Praia Comprida que um dia o mar te beijou

Debruando tuas casas, teu comercio

Hoje distante estás do mar

E ele nostálgico a te mirar

De um tempo que a ti servia de escoadouro

Dos bens produzidos por ti e arredores

Através de tua rua central se partia

Para o centro de São José, Palhoça

Forquilhas, Roçado e a Capital

Mantinhas um comércio viçoso

Casa de comercio Petry, armazém Pedro Bunn

Um café Filomeno, que quando por lá passavam

Os transeuntes sentiam o aroma

Que do interior exalavam de suas moendas

Este edifício mais tarde tornou-se

Sede do primeiro clube para idosos da região

O Clube Maré Alta do tio Cachopa

Hoje com novas instalações

Divertem mocinhas, mocinhos

Senhorias e senhorios

Sem preconceitos de idade

Mais adiante foi sede do Grupo Escoteiro

São José da Terra Firme

Fundado pelo saudoso Pe. Edgar

A igrejinha de Santa Filomena e Nossa Senhora de Fátima

Permanece como patrimônio histórico

Está a esperar seus fiéis convictos

Para uma novena rezar, uma missa participar

Antiga sede do clube Primeiro de Junho

E tantos casarios que um dia existiu

Não só de passado vive o homem

Hoje crescestes, evoluístes

Em ti reside um Hospital que cura muitas pessoas

Há um bombeiro que salva pessoas

Há uma escola que prepara pessoas

Para um futuro promissor

Hoje tua avenida só tem um sentido de ida

Como a lembrar de que devemos ir adiante

Ao centro, onde tudo começou

Resgatar o passado, ir em frente

Seguir adiante contando nossa história

Retornando por uma via a beiramar

Iniciando uma nova etapa desta caminhada

Escrevendo uma nova história

Sem nunca omitir e desprezar teu rico passado

Praia Comprida de São José da Terra Firme


Coluna escrita as Sextas-feiras.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 19/01/2018 às 00h00
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
17/01/2018 09h39
CABEÇA PENSANTE - Estou na moda ou tenho estilo?

 


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


 

Hoje, iniciando a nossa viagem nesse universo tão mágico e evolutivo, farei apenas uma breve introdução. Costuma ser um dos grandes dilemas, quando se fala no assunto, a preocupação com a roupa que devo usar. No entanto, eu percebo que inconscientemente a grande preocupação é: eu realmente serei aceito?

Neste contexto, vamos abordar daqui em diante, nos nossos próximos encontros, o assunto Moda, Estilo e Comportamento. Basicamente, é a Moda que se cria, Estilo que se constrói, Comportamento que se tem.

Moda significa uma maneira ou costume de um determinado grupo ou pessoa, em um determinado momento. Palavra usada para designar uma forma de se vestir e está presente em várias expressões, como, “fora de moda" ou "passar de moda" que indica algo que já foi popular, e que no presente momento já não é mais.

Posto desta forma, a expressão, "estar na moda", indica uma pessoa que tem um  estilo atual de se vestir, ou descreve um hábito, costume, admirado e copiado por muitas pessoas. Podemos dizer que, a moda regula as escolhas e as preferências das pessoas, ou seja, devido a uma espécie de pressão social, indica-lhes aquilo que devem consumir, usar ou fazer. A moda torna-se um hábito repetitivo que identifica uma pessoa ou um grupo de indivíduos.

 

 

 

 

Pode se refletir nas roupas, penteados, calçados, adornos e outros. Como também, na maneira de estar e em comportamentos. Ouvir um determinado estilo de música, frequentar e conhecer restaurantes e lojas, viajar em férias para determinados lugares, enfim.

E um fator que sempre chama atenção, são pessoas vestidas com as melhores roupas de costureiros conhecidos, famosos, e assim mesmo não parecerem bonitas e elegantes. Falta alguma coisa, não é? Lhes digo, falta estilo, que é diferente de moda e vem de dentro para fora.  É combinar a roupa com a personalidade. Uma dica: crie o seu! E ainda, o que nos torna especiais quando nos vestimos, é manter-se fiel ao nosso próprio estilo. Se assumir! Outra dica é fazer dos seus pontos fracos, seus maiores aliados.

Estaremos sempre bem, se assumirmos a nossa personalidade! Equilibrar as nossas preferências, com o nosso modo de viver, por exemplo.
 Não se corrompa! Lembre-se: vestir é simplesmente, se expressar!

Contudo, é preciso tempo e autoconhecimento para criar o seu estilo. Não somos obrigados a adotar um estilo marcante. Não! Podemos ser, por exemplo, uma pessoa de personalidade suave que se adapta ao momento, moda, ou tendência, com facilidade.

Mas, teremos outras oportunidades para abordar de forma mais ampla e detalhada esse universo tão mágico, inspirador, colorido, versátil e evolutivo, que está em constante transformação, adaptação, e que de certa forma nos inspira e influencia.

 


 

 

 

 

“A moda passa, o estilo fica. Pense nisso. ”

(Rosiane Favero)


Coluna escrita Segundas e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 17/01/2018 às 09h39
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16/01/2018 00h00
CARTAS NO TEMPO - A Cidade


E-mail: oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


 

Em meio a cidade

É inevitável te buscar em meio a cidade, já que eu não posso te encontrar. Caso seja em outra cidade, é a alegria de poder escrever, a docilidade dentro de mim a florescer como uma imagem sua. Parto das primícias de uma saudade poética a invadir o meu coração, e nada vem a ser tão importante para minha alma, do que tentar convence-la de não explodir de esperança. A cidade está sempre com pessoas correndo e nisso é completamente difícil de conter, contudo, vejo invadir meus olhos o mistério de outra cidade em que eu tive o prazer de viver. E vivo sem ter permissão de sonhar! E por que? Porquê é tão distante a realidade da própria fantasia, no qual fica inexpressivo para um poeta a lógica do “real”.

 

Vestígios de lembranças

E vivendo assim,

Venho a andar sobre

A ilusão criada pela mente.

Esta mente em que tudo

Constroem-se a beira do

Pequeno paraíso em

Que só se pode entrar

Atravessando uma ponte.

Quando foi para passar...

A tal ponte ameaça cair

Nas águas torrenciais

De uma vida simplória.

Dias e noites são complexas,

E no fim, percebo que a cidade

Em pensamento pode até voltar

A me procurar num saudosismo,

Mas a quem ela abriga

Não será igual do que fora

Antigamente. O tempo não

Retorna para trás. Deixou

Vestígios de lembranças?

Pronto! Agora acabou!

E minha gentileza em poder

Fazer bem mais do que o esperado,

Isso vem a me despertar sem razão.

Entretanto, a flor simbólica começa

Enfim, a se materializar em meu templo.

 

Quem sabe um dia

Quem sabe um dia em possa ir visitar o local em que eu permaneci por algum tempo. E reviver, ainda que em minha memória, as atividades exercidas, as fraquezas de um humano, as alegrias de um trabalho e tantas amizades dos quais se perderam no caminho. Ao longo de uma trajetória histórica, o que fica? Fica o sentimento de que tudo poderia ser diferente nesta cidade de nome, mas não divulgado por mim nestas palavras ainda.

 

Que a beleza da poesia nos faça ter luz no amanhã.


Coluna escrita Terças e Domingos


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 16/01/2018 às 00h00
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